Ela já estava impaciente por tentar falar com ele o dia inteiro e o celular só dar fora de área, quando ele ligou com desgosto na voz como se falar com ela fosse um sacrificio. Ela perguntou o que queria e teve a resposta que não a satisfazia, lgo o assunto veio a baila quando ela já estava irritada.
-Já está de férias? - Ele perguntou
-Não, vou ter que recuperar uma matéria. - Ela respondeu seca.
-Como você ficou em uma matéria? - ele perguntou pasmo - Você é tão inteligente.
- Não se pode ser boa em tudo, tenho minhas fraquezas e desvantagens, dentre elas uma memória duvidosa e pequena. Não sou perfeita e nem tento ser, será que você não vê isso? - Ela respondeu asperamente- Sou boa em calculos físicos por milagres que não sei definir, digo em igual potencia os meus epidemiosucessos, mas anatomicamente falando me desespera olhar para o Gray e para a prova dele ao perceber que estudei horas a fio( e deixei de dormir para isso) e não compreendo a didática dele. Foram os decimos daquela cola que eu não peguei que me deixaram para a recu.
- E o ano novo? comigo? - Ele ignorou a resposta longa.
- Que mudança drastica de assunto não acha?! - Ela não acreditou naquilo - Mas vou responder, não. Prefiro ficar com os meus à passar uma noite fingindo não ser que sou.
- O que quer dizer com isso? - Ele perguntou em zanga.
- Não sou boa em fingir, em agradar. Não puxei isso de ti. E no momento, para mim não quero ficar no mesmo lugar que você, eu fingiria ativamente uma felicidade de plástico. - Ela respondeu com sinceridade àcida.
- Sempre a vitima da história... - Ele disse exasperado
- Ambos somos bandidos e vitimas, só que assumo meus defeitos com mais facilidade que você. Não os ignoro e nem minto. - Ela disse.- Tenho que ir agora.
- Esta bem, amo você, tchau.
- Adeus. - Ela desligou.
"Você nunca vai compreender"Foi o pensamento dela depois que desligou.
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